Estou recomeçando no meu novo blog, As Crônicas de Niman.
Divirtam-se!
Jovem Urso's
12 de março de 2012
15 de outubro de 2011
The chapter ends.
Já faz mais de um ano que tenho esse blog, e, entre trancos e barrancos, hiatos e constâncias, ele me proporcionou bons desabafos e me fez conhecer pessoas super bacanas, tanto virtual como pessoalmente.
However...
O propósito desse blog se encerrou.
Criei ele como uma válvula de escape para as minhas angústias, meus medos e minhas curiosidades. Queria ampliar meus horizontes e, ao mesmo tempo, compartilhar um pouco da minha vida não muito interessante com os outros. Era difícil ficar só e solitário no meu armário, muito difícil mesmo, mas agora as coisas estão seescancarando abrindo cada vez mais e eu me sinto feliz por isso. Sinto-me livre de um enorme fardo.
Sei que ainda estou vulnerável a angústias e medos, afinal, que ser humano não é? Poderia continuar a usar o blog para outras coisas? Poderia sim, até tentei, mas sei lá, não me deu aquela suuuper vontade de postar as coisas. Eu lembro muito bem quando eu comecei meu blog lá no Wordpress. Postava as coisas com vontade e sinceridade. Por enquanto, estou sem essas duas coisas, então... melhor encerrar algo antes que vire uma obrigação. De obrigações já bastam as que são atribuídas a mim, pelos outros, no dia-a-dia.
Então, fica meu sincero abraço pra todos os que me leram até hoje. Adorei a companhia de vocês e agradeço por terem me aturado por esse tempo na blogosfera. Um dia talvez eu volte, mas não nesse blog, talvez nem no Blogger. Sei lá o que o Destino me reserva...
Aos que queiram manter contato, fica o meu MSN e meu Facebook (caso não tenham me adedado, xD):
claudio_niman@hotmail.com
https://www.facebook.com/claudio.niman
However...
O propósito desse blog se encerrou.
Criei ele como uma válvula de escape para as minhas angústias, meus medos e minhas curiosidades. Queria ampliar meus horizontes e, ao mesmo tempo, compartilhar um pouco da minha vida não muito interessante com os outros. Era difícil ficar só e solitário no meu armário, muito difícil mesmo, mas agora as coisas estão se
Sei que ainda estou vulnerável a angústias e medos, afinal, que ser humano não é? Poderia continuar a usar o blog para outras coisas? Poderia sim, até tentei, mas sei lá, não me deu aquela suuuper vontade de postar as coisas. Eu lembro muito bem quando eu comecei meu blog lá no Wordpress. Postava as coisas com vontade e sinceridade. Por enquanto, estou sem essas duas coisas, então... melhor encerrar algo antes que vire uma obrigação. De obrigações já bastam as que são atribuídas a mim, pelos outros, no dia-a-dia.
Então, fica meu sincero abraço pra todos os que me leram até hoje. Adorei a companhia de vocês e agradeço por terem me aturado por esse tempo na blogosfera. Um dia talvez eu volte, mas não nesse blog, talvez nem no Blogger. Sei lá o que o Destino me reserva...
Aos que queiram manter contato, fica o meu MSN e meu Facebook (caso não tenham me adedado, xD):
claudio_niman@hotmail.com
https://www.facebook.com/claudio.niman
Beijo e abraço do,
Jovem Urso
11 de setembro de 2011
Bass and Treble
Confesso que meu gosto musical não é dos mais comuns, mas também não é lá dos mais estranhos. Sou um pouco seletivo com o que ouço... tá, ok, sou bem chato pra música. Mas não é porque eu gosto de um determinado estilo, e sim porque quando eu ouço o cantor e não entro na "vibe" dele, não curti a música. Pra mim, além de ter uma boa letra e/ou melodia, a música tem que ter vida. Sim, vida. Músicas que não me tocam ou não me fazem bater o pézinho (que é o máximo que sei dançar)... sai pra lá!
However... nem todas as músicas que são naturalmente dançantes me fazem bater o pézinho. Lady Gaga é um exemplo. Tem uma melodia boa, algumas letras são legais, porém... não mexe comigo. A real razão porque não vou e nem quero ir mais em balada (apesar de a Ursound ser extremamente tentadora por causa do público) é por causa das músicas mesmo que não vou. Sinto-me profundamente incomodado com música eletrônica tocando over and over again. Meu limite pra música eletrônica é no máximo 1 hora, mesmo que sejam diferentes músicas.
Já ouvi muitos "ai, o problema não é a música, você é que é muito tímido e careta!". Posso ser tímido e careta, mas não é de hoje que eu falo que não piso em lugar que tem música ruim. Pode ter comida ruim, gente feia, ambiente feio, não me importo. Simplesmente não como nem fico reparando nas pessoas/ambiente. Agora tenta tapar os ouvidos no meio de uma balada. Meio inútil, não? É a mesma coisa c/ cheiros, você consegue tapar o nariz, mas não pode ficar sem respirar por muito tempo, e o incrível é que mesmo respirando pela boca, você parece que ainda consegue sentir cheiros (pelo menos funciona assim pra mim).
Voltando ao assunto... as músicas que eu curto estão em vários estilos, do pop ao heavy metal, do jazz ao erudito. Mas eu gosto mesmo de música com vozes fortes, sejam agudas ou graves, mas depende do intérprete. Amo Ana Carolina, mas odeio Maria Gadú (e boa parte dos cantores populares brasileiros). Não gosto de bandas de J-Pop c/ vocalistas homens. Em contrapartida, só gosto de duas mulheres que cantam rock, o resto só homens... Volta e meia acho um artista aqui e acolá que eu gosto, mas seguem abaixo alguns deles(as).
Aqui está o que eu mais ouço... mas continuo expandindo meus horizontes musicais conforme me indicam as bandas, principalmente as bandas que os srs. Wans e Melo postam nos seus respectivos blogs, *thumbs up*
However... nem todas as músicas que são naturalmente dançantes me fazem bater o pézinho. Lady Gaga é um exemplo. Tem uma melodia boa, algumas letras são legais, porém... não mexe comigo. A real razão porque não vou e nem quero ir mais em balada (apesar de a Ursound ser extremamente tentadora por causa do público) é por causa das músicas mesmo que não vou. Sinto-me profundamente incomodado com música eletrônica tocando over and over again. Meu limite pra música eletrônica é no máximo 1 hora, mesmo que sejam diferentes músicas.
Já ouvi muitos "ai, o problema não é a música, você é que é muito tímido e careta!". Posso ser tímido e careta, mas não é de hoje que eu falo que não piso em lugar que tem música ruim. Pode ter comida ruim, gente feia, ambiente feio, não me importo. Simplesmente não como nem fico reparando nas pessoas/ambiente. Agora tenta tapar os ouvidos no meio de uma balada. Meio inútil, não? É a mesma coisa c/ cheiros, você consegue tapar o nariz, mas não pode ficar sem respirar por muito tempo, e o incrível é que mesmo respirando pela boca, você parece que ainda consegue sentir cheiros (pelo menos funciona assim pra mim).
Voltando ao assunto... as músicas que eu curto estão em vários estilos, do pop ao heavy metal, do jazz ao erudito. Mas eu gosto mesmo de música com vozes fortes, sejam agudas ou graves, mas depende do intérprete. Amo Ana Carolina, mas odeio Maria Gadú (e boa parte dos cantores populares brasileiros). Não gosto de bandas de J-Pop c/ vocalistas homens. Em contrapartida, só gosto de duas mulheres que cantam rock, o resto só homens... Volta e meia acho um artista aqui e acolá que eu gosto, mas seguem abaixo alguns deles(as).
Duffy, pra mim, apesar de não ser muito conhecida que nem Beyoncé, Rihanna e afins, é diva. Amo quase todas as músicas dela.
Rammstein... sem palavras. Músicas fodas. Letras fodas. Ouvir esses caras me faz ficar muito revolucionário.
Nightwish, quando a Tarja Turnunen ainda era a vocalista, era ótimo. A Annete... não curti. Vai ter voz fodástica assim lá longe, Tarja!
Judas Priest... Pena que vai acabar... (apesar de que o viado do Rob Halford vai continuar em carreira solo/outra banda com certeza). Tri-foda.
Evanescence... preferia ela quando tava nessa fase maníaco-depressiva. Agora ficou meio popzinho, mas ainda tá bom. Essa é a minha música favorita dela. Bipolaridade rulez! hauuahuahuhauhahauha
Aqui está o que eu mais ouço... mas continuo expandindo meus horizontes musicais conforme me indicam as bandas, principalmente as bandas que os srs. Wans e Melo postam nos seus respectivos blogs, *thumbs up*
Jovem Urso
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7 de setembro de 2011
Misogynist?
*Le eu jogando Rusty Hearts tranquilamente* *Mãe interrompe pra falar da minha vida pessoal*
Mãe: Filho, e as meninas?
Eu: Mãe, essa pergunta de novo... Você sabe que eu não curto meninas.
Mãe: Não tô perguntando dessas meninas, tô falando das suas amigas mesmo.
Eu: Eu tenho poucas amigas na facul, mãe. O que tem elas?
Mãe: Ué, você não sai com elas pra conversar? Ir num shopping pra bater perna e matraquear um pouco.
Eu:*poker face* Desde quando eu gosto de "sair pra matraquear"? E ainda num shopping, sem dinheiro? Tá doida? Não me conhece não, mulher?
Mãe: Bom... eu não entendo muito dessas coisas, mas vocês gays não se sentem mais à vontade com as mulheres pra conversar e etc?
Eu: Gay, ou não, eu ainda continuo sendo eu, e tu sabe que eu sempre preferi ter amigos homens porque não ficam de xurumelas quando tem problemas nem tem TPM... *trollface*
Que mania desse povo achar que TODO gay gosta de andar com mulheres... Ok, não sou misógino, nem um pouco, mas é que me sinto mais confortável com o sarcasmo/humor e as pitadas de canalhice e machismo dos meus amigos héteros. Desde pequeno eu sempre procurei fazer amigOs. Sentia-me mais seguro, até que começaram a surgir as minhas dúvidas sobre sexualidade durante o ginásio.
Na verdade, sempre preferi conversar com pessoas que não se importem com minha sinceridade um pouco acima do normal (e ingenuidade, às vezes) e que não ficassem de risadinhas pra cima de mim. Todas as vezes que eu tentei fazer amizades com muitas mulheres, não dava certo. Talvez eu seja gay até na hora de fazer amizades. Sempre foi mais fácil conversar com "os cara" do que com "as mina".
Mas com as minhas poucas amigas, volta e meia acontece coisas do tipo:
Amiga: Oie, Jovem Urso, beleza?
Eu: Bão, Amiga, e com você.
Amiga: tô bem também... Escuta... você tá bem mesmo? Não tá nervoso nem nada?
Eu: Não... ué... por que a pergunta? *stares*
Amiga: É porque você tá se transformando em urso... Olha isso... da cintura pra cima você tá todo peludo... Nossa... até nas mãos...
Eu: *poker face* *olha pra blusa de pelo sintético e pras luvas de lã*
É nessas horas que eu adoro as poucas amigas que tenho. Poucas, porém brilhantes.
Mãe: Filho, e as meninas?
Eu: Mãe, essa pergunta de novo... Você sabe que eu não curto meninas.
Mãe: Não tô perguntando dessas meninas, tô falando das suas amigas mesmo.
Eu: Eu tenho poucas amigas na facul, mãe. O que tem elas?
Mãe: Ué, você não sai com elas pra conversar? Ir num shopping pra bater perna e matraquear um pouco.
Eu:*poker face* Desde quando eu gosto de "sair pra matraquear"? E ainda num shopping, sem dinheiro? Tá doida? Não me conhece não, mulher?
Mãe: Bom... eu não entendo muito dessas coisas, mas vocês gays não se sentem mais à vontade com as mulheres pra conversar e etc?
Eu: Gay, ou não, eu ainda continuo sendo eu, e tu sabe que eu sempre preferi ter amigos homens porque não ficam de xurumelas quando tem problemas nem tem TPM... *trollface*
Que mania desse povo achar que TODO gay gosta de andar com mulheres... Ok, não sou misógino, nem um pouco, mas é que me sinto mais confortável com o sarcasmo/humor e as pitadas de canalhice e machismo dos meus amigos héteros. Desde pequeno eu sempre procurei fazer amigOs. Sentia-me mais seguro, até que começaram a surgir as minhas dúvidas sobre sexualidade durante o ginásio.
Na verdade, sempre preferi conversar com pessoas que não se importem com minha sinceridade um pouco acima do normal (e ingenuidade, às vezes) e que não ficassem de risadinhas pra cima de mim. Todas as vezes que eu tentei fazer amizades com muitas mulheres, não dava certo. Talvez eu seja gay até na hora de fazer amizades. Sempre foi mais fácil conversar com "os cara" do que com "as mina".
Mas com as minhas poucas amigas, volta e meia acontece coisas do tipo:
Amiga: Oie, Jovem Urso, beleza?
Eu: Bão, Amiga, e com você.
Amiga: tô bem também... Escuta... você tá bem mesmo? Não tá nervoso nem nada?
Eu: Não... ué... por que a pergunta? *stares*
Amiga: É porque você tá se transformando em urso... Olha isso... da cintura pra cima você tá todo peludo... Nossa... até nas mãos...
Eu: *poker face* *olha pra blusa de pelo sintético e pras luvas de lã*
É nessas horas que eu adoro as poucas amigas que tenho. Poucas, porém brilhantes.
Jovem Urso
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5 de setembro de 2011
Choices
Uns dias atrás, eu estava bem desanimado com a vida. Tudo parecia ter perdido o sentido... a homossexualidade, a ursice, o design, os jogos, everything in my shitty life. E aí eu me deparei comigo mesmo, de novo, diante do espelho, pensando no que deveria fazer. Não houve resposta. Pela primeira vez, eu não sabia pra onde ir. Por que essa confusão repentina? Tudo parecia tão certo nos dias anteriores. Por que só agora eu me dera conta disto?
Na terça-feira, tinha alguns trabalhos pra terminar e entregar no mesmo dia. Resolvi ligar o foda-se e não fazê-los. Não estava afim. Assumiria a falta de notas e as faltas. Não iria pra faculdade. Só que, na última hora, senti-me culpado e resolvi fazê-los e ir. Com pressa, nada sai certo, nada mesmo, e dessa vez não foi diferente. O desenho técnico estava errado... muito errado, olhei no modelo, olhei para o meu... Frustração, muita frustração. Desespero. Angústia.
Medo.
Medo de que isso se repetisse, de que não conseguisse atender às minhas expectativas, de não conseguir manter a minha imagem de bom filho, de cara responsável, de um cara que iria subir na vida com certeza... Medo de sucumbir a todas as pressões postas sobre mim.
Chorei, mesmo tendo prometido que não iria mais chorar por conta dessas coisas infantis, mas quem pode segurar o choro, se por dentro tudo se aperta, se contorce, se enegrece...
Mas essa não era uma maneira honrosa de se encarar toda essa confusão... Resolvi erguer a cabeça e esperar que minha mãe chegasse pra me ajudar a endireitar as ideias. Não esperava que ela passasse a mão na minha cabeça e falasse algo do tipo "tadinho, vem aqui que eu te dou colo :3". Não, sabia que ela seria realista. E ela foi.
"Bom... O que você quer que eu faça? Eu não posso mais ficar cuidando da sua vida, como você mesmo disse. Você já tem 19 anos. Há 1 ano, a responsabilidade de cuidar da sua vida é quase toda sua. As escolhas da sua vida é você quem faz. Não sou eu, nem sua tia, nem o reitor da sua faculdade, é você. Se você acha que pode conseguir alguma coisa nesse caminho que você disse que seu "eu preguiçoso" quer trilhar, cheio de hedonismo e pornografia, tudo bem. Vai em frente. Mas pense que, apesar de eu não cuidar mais da sua vida, no momento em que eu aceitei a ajuda do Fulano pra conseguir aquele cursinho (caro pra cacete e que saiu de graça, por sinal), pra que você passasse no vestibular e, depois conseguisse a bolsa de estudos, eu depositei todas as minhas fichas em você. Eu não posso mais ficar bajulando, mas se você fracassar, eu fracasso junto. Fracasso como mãe...
"A única coisa em que posso ajudar, é dizer que você precisa estabelecer uma meta pra você. Ou uma meta, ou se apegar a algo ou alguém, já que você não vai a uma igreja e nem mesmo reza. Falta fé em você. Não é questão de ser religioso ou de ter fé em Deus incondicionalmente, nada disso. Você precisa acreditar no seu taco. Não é isso que eu vejo ultimamente. Antes eu via você papeando com seus amigos no computador, falava tanto que até me irritava. Agora você fica aí, em silêncio, jogando esses jogos aí no computador. Antes eu via você assistindo aqueles desenhos japoneses estranhos, agora nem isso eu vejo também. Nem ouço mais você falando dos seus pretendentes virtuais ou das tosqueiras que mandam pra você na internet. Estabeleça uma meta, tenha Deus no seu coração. Tenha fé nas suas capacidades. Você é um homem brilhante e tem espaço pra brilhar, tenha certeza."
Well, well... depois de um sermão desses, quem é que não fica melhor? E, de repente, a confusão se foi, clara como água. E eu já sabia por onde começar... Um pequeno passo, mas que mudaria muita coisa... Livrar-me de toda e qualquer delusão que pudesse existir à minha volta... Focar no mundo real. Escolher o caminho da vida real...
Jovem Urso
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Quem sou eu
- Jovem Urso
- Um jovem urso gay explorando o mundo externo e o mundo dentro dele mesmo.


